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Museu da Resistência

As exposições interativas no Museu da Resistência de Amsterdã fornecem uma visão impressionante sobre a Holanda da Segunda Guerra Mundial. Durante esse período, de 1940 a 1945, diversos holandeses fizeram o seu melhor para prejudicar a ocupação alemã, arriscando grandemente suas próprias vidas. A fascinante coleção é baseada em histórias pessoais que mostram todas as diferentes iniciativas desenvolvidas pelos holandeses em tempos de guerra.

As ruas reconstruídas com fotografias em tamanho real refletem a atmosfera na Holanda pouco antes, durante e logo após a Segunda Guerra Mundial. O grande salão mostra a vida cotidiana dos holandeses em tempos de guerra, enquanto alcovas íntimas apresentam as ações clandestinas do movimento de resistência. Há também uma exposição dedicada para crianças de 9 a 14, contando a história de quatro crianças que vivenciaram a guerra cada uma a sua própria maneira.

O exterior do Museu da Resistência Holandesa
O exterior do Museu da Resistência Holandesa

Amsterdã

Dilemas em tempo de guerra

Após a invasão alemã, as coisas tornaram-se cada vez mais difíceis na Holanda à medida que a fome e a pobreza se espalharam. Ao mesmo tempo a população judaica sofria uma perseguição cada vez maior. Muitos holandeses enfrentaram uma escolha difícil: participar, não fazer nada ou entrar para a resistência. A exposição permanente no Museu da Resistência explica como os holandeses lidaram com esse dilema. Histórias pessoais e citações dão suporte aos objetos autênticos em exposição.
O movimento da resistência holandesa entrou em ação quase que imediatamente após a invasão alemã. Houve ações ostensivas contra os ocupantes, como greves e protestos estudantis, assim como operações clandestinas. A imprensa ilegal, por exemplo, enfraqueceu a censura alemã e forjar documentos era obrigatório. A sabotagem e ataques mortais por parte da resistência também ocorreram. O maior movimento de resistência holandesa foi o LO (Landelijke Organisatie - uma organização nacional que ajudava as pessoas a se esconderem). O movimento ajudou cerca de 300.000 pessoas a encontrar lugares para se esconder, incluindo 25 mil judeus.

Armas escondidas de um combatente da resistência

Guerra nas Índias Orientais Holandesas

O museu também conta com uma exposição dedicada às Índias Orientais Holandesas, que vale muito pena ser visitada. Ela conta histórias emocionantes de quem vivenciou a Segunda Guerra Mundial na Indonésia, ex-colônia holandesa. Essa história menos conhecida é fascinante. Histórias e objetos autênticos fornecem informações sobre as dificuldades dos holandeses, dos colonos, indonésios e chineses. Os ocupantes japoneses prenderam uma grande parte dos civis que viviam nas Índias Orientais Holandesas em acampamentos. Os homens, mulheres e crianças nesses campos, assim como o povo indonésio que vivia fora deles, viviam em extrema pobreza e fome. Eles foram libertados em agosto de 1945, vários meses após a Holanda ser libertada.

O Museu da Resistência Holandesa

Créditos das fotos

  • Armas escondidas de um combatente da resistência: damian entistle, Flickr
  • O Museu da Resistência Holandesa: Merijn Soeters