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A Catedral de Glasgow

A moderna e animada cidade de Glasgow exibe um monumento esplêndido da Idade Média: a Catedral de Glasgow, que data do século XII, também conhecida por High Kirk of Glasgow, St Kentigern ou Catedral de São Mungo. A torre escura e os telhados verdes orgulhosamente se sobressaem às construções contemporâneas da cidade. O túmulo de São Mungo, padroeiro da Escócia, e o belo cemitério vitoriano atraem muitos visitantes.

Sóbria e elegante, a Catedral de Glasgow é uma atração imperdível. Esta construção gótica tem uma arquitetura interessante, mas o que torna a catedral realmente especial é que ela é a única catedral medieval da Escócia a ter sobrevivido à Reforma Protestante de 1560. A maior parte do edifício atual data do século XV, mas algumas partes foram construídas bem antes, no século XII. A praça em frente à Catedral sedia o St. Mungo Museum of Religious Life and Art (Museu de São Mungo de Vida e Arte Religiosas), que abriga exposições de arte internacional de todas as religiões do mundo inteiro.

Catedral de Glasgow ou Catedral de São Mungo
Catedral de Glasgow ou Catedral de São Mungo

Glasgow

O telhado de madeira do século XIV

Imponente e misteriosa

Apesar de suas janelas altas, o interior da Catedral de Glasgow é bastante escuro, conferindo à igreja um ar romântico de mistério. Os majestosos arcos góticos atraem o olhar para um magnífico teto de madeira a 32 metros de altura, restaurado diversas vezes, com alguns painéis que datam do século XIV. Outra característica impressionante é o coro de pedra maciça, com ilustrações dos 7 pecados capitais. Todos os vitrais foram feitos depois de 1947 e não são menos impressionantes. A porta da sacristia fica logo atrás do coro, no canto esquerdo da igreja. Este local histórico foi onde a Universidade de Glasgow foi fundada, em 1451.

O túmulo de São Mungo

A parte mais fascinante da Catedral situa-se no subsolo, na belíssima cripta antiga. Entre os arcos encontra-se o túmulo de Saint Kentigern, mais conhecido por seu apelido São Mungo. Este santo converteu parte da Escócia ao Cristianismo no século VI. Ele também é o padroeiro de Glasgow, e é por isso que seus símbolos – um pássaro, uma árvore, um sino e um peixe com um anel – se encontram no brasão da cidade. O peixe com o anel se refere a uma lenda segundo a qual o santo encontrou o anel da rainha na barriga de um peixe, protegendo-a da ira de seu desconfiado marido.

Os símbolos de São Mungo
O cemitério do século XIX

A Necrópole

Em uma colina perto da catedral se encontra um dos mais belos cemitérios da Europa. A maior parte dos túmulos data da era vitoriana, quando Glasgow ainda exibia uma indústria florescente e era conhecida como a “segunda cidade” do Império Britânico. Naquela época, os empresários ricos encomendavam monumentos tumulares extravagantes projetados pelos mais famosos arquitetos escoceses, que contratavam os melhores escultores e artesãos para executar a obra. Você também encontrará muitas cruzes celtas nesse cemitério. Com suas lindas flores e vegetação exuberante, a Necrópole é tudo menos triste ou melancólica. Localizado em terras altas, o cemitério também oferece uma vista espetacular da cidade e dos morros ao redor.

Créditos das fotos

  • O telhado de madeira do século XIV: Radek Sturgolewski, Shutterstock
  • Os símbolos de São Mungo: Fr Lawrence Lew OP, Flickr