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A tragédia de JFK

Os tiros, o caos e depois muitas teorias da conspiração: 22 de novembro de 1963 é um dia que Dallas nunca esquecerá. O assassinato do Presidente John F. Kennedy é um dos eventos mais terríveis, e assim mesmo impressionantes, da história norte-americana. A história da vida de Kennedy, e particularmente do nefasto dia, é contada em mínimos detalhes no Sixth Floor Museum no centro de Dallas.

Originalmente, o Sixth Floor Museum era um centro de distribuição e armazenamento de livros escolares, que se tornou famoso quando o Presidente Kennedy foi baleado do sexto andar em 1963. Quando o Texas School Book Depository se mudou de lá em 1970, muitos habitantes de Dallas esperavam que o edifício fosse demolido. Ao contrário, a Dallas County Administration mudou-se para lá. Mas o quinto e o infame sexto andar permaneceram vazios, até a inauguração do atual Sixth Floor Museum, no President’s Day em 1989.

A rua onde o presidente John F. Kennedy foi assassinado

O X no asfalto

O President Kennedy foi baleado ao meio-dia e meia, enquanto rodava pela cidade em uma limusine aberta. O X no asfalto em frente à Dealey Plaza é uma lembrança silenciosa do brutal assassinato e marca o local exato onde Kennedy foi abatido pelas balas. Muitas pessoas driblam o trânsito arriscando-se para tirar uma rápida foto nesse lugar. Porém, é muito mais seguro fazer isso da calçada.

A janela mal-afamada

O museu abrange dois andares. O sexto andar lhe dará uma breve visão da vida de JFK e da época em que ele viveu. Mas o foco principal da exposição é, obviamente, o assassinato e os acontecimentos que se seguiram a ele. A janela da qual Lee Harvey Oswald atirou no presidente foi vedada, mas o resto da área foi quase inteiramente restaurado voltando ao seu estado original de 1963. Um lugar muito especial, mas sinistro. O sétimo andar também sedia exposições temporárias sobre temas relacionados ao assassinato.

Os tiros foram disparados do 6º andar

Teorias da conspiração

Passados 50 anos do assassinato, ainda existem várias teorias da conspiração, que sustentam que Lee Harvey Oswald não foi um atirador solitário e que havia mais pessoas envolvidas no assassinato do presidente. O museu explica várias dessas teorias. Se você não tem dúvidas de quem assassinou o presidente, certamente vai ter algumas depois de ver a exposição: as teorias farão sua cabeça girar.