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O sudário de Turim

O sudário de Turim é provavelmente o pedaço de tecido mais controverso do mundo. Uma das versões alega que, depois que Jesus morreu na cruz, seu corpo castigado foi envolvido nesse sudário. Os cientistas concordam que este não é o tecido original, mas a história por trás do sudário continua a ser notável e provocativa. No Museo della Sindone, o sudário é apresentado como um mistério fascinante.

O museu na cripta da Igreja do Santo Sudário lança luz sobre uma discussão que dura já vários séculos sobre a autenticidade do tecido. O sudário exposto é na verdade uma cópia. O “original” está guardado na Catedral de Turim e quase nunca é exposto ao público. Quer este original seja realmente o sudário de Cristo ou não, o tecido antigo continua tendo um grande valor histórico (artístico).

Uma cópia do sudário
Uma cópia do sudário

Turim

Uma falsificação valiosa

Testes de datação de carbono confirmam que o sudário tem entre 6 e 7 séculos de idade. Uma idade respeitável, mas que não coincide com a data da morte de Cristo. Graças ao processo tecnológico, os pesquisadores de hoje são capazes de apontar a origem do tecido com mais precisão. A discussão sobre o sudário eclodiu pela primeira vez em fins do século XIX, quando foram introduzidas técnicas mais precisas de fotografia. O sudário parecia mostrar a imagem de um homem com ferimentos consistentes com o que sabemos sobre crucificação. Ainda não se esclareceu como esta imagem foi criada.

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O sudário “real” é mantido na catedral

Veja no mapa

Via San Domenico 28, Turim (com uma rota a pé até a catedral)

Um close do sudário

“O museu na Igreja do Santo Sudário lança luz sobre o mistério do sudário”

Teorias extravagantes

Uma das explicações mais fascinantes para a imagem sobre o tecido é que ela teria sido criada por Leonardo da Vinci. O gênio do século XV teria usado uma câmara escura e fosfato de prata para produzir um negativo, tendo a si próprio como modelo. De acordo com outra teoria, a tela não foi o sudário de Jesus, mas de Jacques de Molay, o último Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários. Ele também teve uma morte horrível, numa época que coincide com a datação do carbono. Ambas as teorias continuam sendo apenas especulações.

Créditos das fotos

  • Um close do sudário: Diego Barbieri, Shutterstock